Este vídeo oferece uma prática curta e transformadora.
Em apenas 5 minutos, você pode ativar uma via de prazer esquecida — direta, física, e profundamente reguladora.
Nada a aprender. Nada a performar.
Só sentir, com presença.
O que é esta prática?
Essa prática não é sobre acordar as mãos.
É sobre reabrir uma via sensorial profunda, esquecida no corpo adulto — mas que já foi sua principal fonte de prazer e autorregulação na infância.
Através do toque consciente em regiões ricas em receptores de prazer (como mãos, lábios e genitais), você ativa rotas neurais ligadas ao prazer direto, não-condicional.
É uma porta de entrada real para restaurar vitalidade, desejo e sensação.
Desenvolvida a partir de linhagens como o Somatic Consent e a Sexologia Somática, esta versão é autoral — adaptada por mim para mulheres na maturidade.
Nada místico. Nada sexualizado.
Corpo com ciência. É seu.
Quando é sob medida, a qualidade da intimidade sobe.
É simples — e perceptível.
Essa prática é só o primeiro passo.
Na Sessão de Avaliação do Colapso Sensorial, eu adapto o exercício ao seu corpo e você sai
com um caminho claro para retomar prazer, desejo e estabilidade.
A prática conhecida como “Acordar das Mãos” tem origem em exercícios somáticos antigos, utilizados inicialmente por profissionais da psiquiatria e da medicina como forma de reconexão sensorial.
Foi posteriormente adaptada por Betty Martin, dentro da estrutura da Roda do Consentimento, e ganhou o nome “Awakening the Hands” — como forma de ajudar as pessoas a distinguirem sensações de dar e receber, dentro de práticas de toque consciente.
Essa abordagem foi expandida por Matt Schwenteck, criador do Somatic Consent, com quem me formei e de quem fui aluna direta — hoje atuo como embaixadora do Somatic Consent na Suíça.
A partir dessa base, desenvolvi uma abordagem própria — que integra também os fundamentos da Sexologia Somática, do Sexological Bodywork e de práticas de neuroativação sensorial.
Não se trata apenas de “acordar as mãos”, mas de reabrir a rota neural do prazer direto no corpo, esquecida na vida adulta — e essencial para a maturidade íntima.
Uso as mãos, os lábios, os genitais, ou qualquer zona de entrada sensorial que esteja disponível e receptiva no momento.
Não seguimos um ritual. Seguimos o corpo.
Como toda linhagem viva, essa prática evolui.
E o aluno vai mais longe que o mestre — porque carrega e transforma o que recebeu.
Eu sigo onde meu mestre parou.
E ajudo mulheres a redescobrirem rotas de prazer esquecidas, não como uma performance, mas como um retorno íntimo, regulado e sensível ao próprio corpo.
*Conteúdo educativo, integrativo e complementar. Não substitui acompanhamento médico.*